sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Minhas Pretensões sobre o Amor.

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Amor é um sentimento único. Não existem tipos de amor – existe amor.
Se representado por pontos ortográficos, o Amor estaria entre aspas sempre seguido de reticências.
Eu não faço amor com o corpo do outro, faço sexo.
Não trato bem meu avô só porque o amo, mais porque o respeito.
O amor que temos pelo ídolo confunde-se com admiração.
Não nego meus desejos por amor a Deus e sim por medo de sua representação religiosa.
Não celebramos matrimônio por amor, mas por convenção.
O Amor não é eterno, a amizade sim. Ele pertence a todos os signos.
Não é baseado em rótulos, raças ou vantagens.
O Amor descrito em músicas e literatura é multifacetário e tem lógicas extremamente pessoais de quem compõem e de quem houve.
Muitos problemas que temos é por falta de Amor, outros tantos por má interpretação deste, ou seja, não existe amor negativo, ele é essencialmente bom – daí o perigo da frase “te amo pra sempre” dita com os pés colados ao chão. Exige-se de quem ama o mínimo de flutuação.
Fulano não matou sicrano porque o Amor acabou, mas porque esse nunca existiu.
Não existem receitas de amor – não acredite em livros ensinando como amar – existem verdades aprendidas sem intensão de aprendizado, estas são: Amor.
Amor não é fruto proibido ou exclusivo de A ou B; pode parecer piegas, mas é verdade – ele está mais no olhar que em palavras (flutue para entender) e não tem nada a ver com sexo.
Todos nós podemos falar de Amor ele é de classificação livre e sem necessidade de explicação e não é refém da presença física, pois existe uma essência conectando os espíritos de quem ama.
O Amor me faz não temer a morte ou a velhice. Não sei como, mas, existe algo maior que o corpo e a vida e este algo está sob o controle do Amor – de alguma forma me sinto protegido por amar.
Quando digo que amo – espero ser compreendido assim.
Meu grande amigo clandestino em sua felicidade, se suspeitar que seja de você que falo, responda, pois o Amor também é humano precisa de reciprocidade. Ademais de vir de um poeta num corpo de um ariano.

Ivanilson Martins

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Estatística de Ivan para 70 anos:




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Para os imbecis que acham que alimentam o rei imaginário de seu espírito pobre.

Estatística de Ivan para 70 anos:

- Nos dez primeiros anos não entendemos quase nada da vida, somos completamente dependentes dos adultos e estes, por sua vez, completamente dependentes do dinheiro, ou seja, somos dependentes do dinheiro.
- Dos dez aos quinze já temos consciência do poder do dinheiro em nossa sociedade e em todas as outras, então criamos nossos cofres imaginários e começamos a luta para enchê-los e torná-los reais.
- Dos quinze aos dezoito já somos fantoches da sociedade em relação a: aparência (não importa entendê-la e nem qual seja, mas tem que ser a da maioria); sexualidade (temos para todos os gostos): a ortodoxa – você pode usufruir limitadamente, desde que – entre muros – impostos pela panaquice religiosa que impera em qualquer subdesenvolvimento e, tais muros, podem ser os criados por nós ou pela sociedade. A bilateral – você tem prazer das formas: convencional com o sexo oposto, ou a marginal com o mesmo sexo e, neste caso, deverá procurar alternativas caso ainda esteja na fase: tenho desejo, mas não tenho coragem. A avassaladora – sei o que sou, mas não me encaixo em nenhum paradigma anterior e como sou um produto da filosofia estúpida da necessidade de aceitação, eu jogo na cara de todos minha estirpe anômala, desconsiderando o fato de que a não-aceitação também é um direito e só torna-se um problema quando se configura em exclusão e depreciação.
Mas, sempre existe a possibilidade de, estando insatisfeito, “COMER, REZAR, AMAR”, lógico, se você tiver dinheiro.
- Dos dezoito aos trinta não existem mais tantos esconderijos, pois nossa sociedade carcereira, ku klux klan, elitista infantil e pobre de espírito começa a nivelá-lo pelo tamanho do seu pênis, sua cor, o recheio de sua garagem, seu conhecimento: Capitu traiu? e, lógico, sua conta bancária.
- Dos trinta aos quarenta você aproveita pressionado sua juventude, pois nós temos prazo de validade e os quarenta é o anúncio do limite, depois você terá que recorrer a medicamentos para deixar o pau em pé e, se você for da sexualidade ortodoxa, pode comemorar por pegar sempre os que estão na fase anterior desde que, lógico, você tenha dinheiro. Se for das outras dependerá ainda mais dele.
- Dos quarenta aos sessenta você começa a apelar para sexo, pois este é o antidepressivo e ditador mais eficaz de todos – dois mil anos no poder e sete bilhões de dependentes – apela para a saúde e: TENHA PLANO, pois em país subdesenvolvido – boa saúde é artigo de luxo e, só tem quem tem dinheiro.
- Dos sessenta aos setenta você junta todos os pombos que puder já que eles serão sua única companhia, desde que você tenha milho para jogar para eles e – para tanto se exige: DINHEIRO.   

Essa é lógico uma visão artificial e pessimista de uma pessoa desestimulada, mas antes de tudo – uma pessoa.

ivan


quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Mi héroe era un huérfano: EL CHAVO DEL OCHO.


Roberto Gomes Bolaños CHAVO DEL 8 (Gloogle imagem).

Hoy puedo ver algunos trozos de mi aprendizaje, su intensidad y sus valores. Puedo ver como se dio en mi infancia sencilla. Allá está ella una herramienta invencible, mi hermanita chévere y compañera injuzgable: la tele y sus mágicos personajes – en especial El Chavo del Ocho y El Chapulín Colorado – y si es verdad que nuestro carácter e identidad se hacen hasta los siete años – los míos se hicieron con ellos. Solo hoy puedo ver claramente: a mí no importa si la ropa es remendada, yo veo, sin demagogia, si el mirar es verdadero; yo sé que los héroes pueden tener miedo no hay problema, pues lo más importante es enfrentarlo; veo que no existe una vecindad perfecta porque no existe perfección – ella es una construcción diaria.
 Agradezco a ti Roberto Gomes Bolaños por los rastros en mí personalidad, te quiero muchísimo bien porque estuvieste presente en mi vida de la forma más productiva posible, enseñando a mí sin conocerme: lo bueno que es jugar solo con la imaginación, aunque, por veces, estemos con hambre, sin prendas adecuadas y llenos de limitaciones, pero no necesité de escudos plateados, armas invencibles y súper poderes, como hoy hacen creer los héroes norte americanos en las pelis y videos – mi héroe era un huérfano: EL CHAVO DEL OCHO.
Es maravilloso poder decir – hoy tengo otras perspectivas, soy un hombre que respeta las villas humildes y sus familias solo con madres o solo con padres por saber que también en ellas existe belleza, existe el Chavo, la Chilindrina, el Don Ramón, Señor Barriga, la Bruja del 71, el Kiko, la Dueña Florinda y su Maestro Jirafales…
Esta es mi forma de agradecerte – con mi escrita – por ser uno de mis padres – GRACIAS.   

Ivanilson Martins