![]() |
| Gloogle imagem |
Ainda há tempos para amarmos como se não houvesse amanhã, então vamos fazer um filme: Eduardo e Mônica, Leila, Nathália, Clarice, Maurício, Andrea Doria, Daniel na cova dos leões, não importa o nome! Importa que seja verdadeiro; que tenha ênfase no amor e que a resposta para que país é este? Seja liberdade! Dada por uma sereníssima pessoa do signo de áries; um ser que transcende a geração Coca-Cola. O Renato, cujo descobrimento do Brasil não se limitou à perfeição contida no livro dos dias. Eu sei que a comédia romântica do faroeste caboclo não teve um desfecho feliz, mas o legado do Russo, que era um lobisomem juvenil, exalta-se numa voz possante; nos ÔÔs e IÊs que aquilo que não tem cura não levou e, só por hoje, a delicadeza de versos e melodia sentimental, através de minha escrita, se voltam para ti trovador solitário, e vinte e nove anjos virão te buscar – saudável e feliz – como sempre quisestes ser. E eu, desvanecido, te acompanharei em essência, esta mesma que, sem me conheceres, identificastes com maestria.
Faze-me companhia tão plenamente, mas – só por enquanto – até que eu possa me acompanhar em minha própria dança ao som da legião e ai direi que ainda é cedo para descansar o passo. Mas vamos fazer o filme, perdidos no espaço de nossa criatividade até nos encontrarmos em sete cidades diferentes como filósofos suicidas, soldados, índios cavando o chão em busca do petróleo do futuro sem saber que não será esta a forma de controle daquilo inquietante dentro de nós. Sem saber que virá quase sem querer essa resposta, porém não há tempo perdido nesta busca, ela é o reflexo daquilo que amamos.
Se a vida fosse apenas vibração, catarses e furor como imaginamos quando estamos em solo desconhecido, onírico no ato de nossa composição, Angra dos Reis seria somente nossa e aquele vento no litoral não seria aspirado pelos meninos e meninas, pais e filhos, pelas duas tribos, etc... Mas não nos desesperemos por a vida não ser tão simples, afinal, se fiquei esperando meu amor passar não existe culpado a não ser o próprio amor rancoroso e indiferente com quem o recria em palavras; com quem inverte a ordem dos templários e idealiza uma montanha mágica, mas – pessoal. Protegida através de um metal contra as nuvens, pois o mundo anda tão complicado que Deus impele os poetas a um novo plano de criação. Nele estás agora! Livre de qualquer enfermidade, de qualquer teatro dos vampiros, das flores do mal.
Queres apenas um giz para escrever próximo à fonte, não a canção do senhor da guerra, mas a canção de amor ainda inédita no plano em que me encontro.
Ivanilson Martins

Nenhum comentário:
Postar um comentário