segunda-feira, 25 de maio de 2015

A noite acenava ao meu desespero.

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Num silêncio movediço,
a noite acenava ao meu desespero.
Eu tentava amarrar os cadarços das emoções;
Fechava os olhos;
Apertava os pulsos sob o lençol.
– Sou covarde!
– Lança-me a outra curva. 
Quando abri os olhos, demorei a captar a normalidade;
Do incenso caíam as últimas cinzas;
Minha respiração ofegante já cobria silêncio
– Sou meu único desafio, agora.  
Ivanilson Martins



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